O debate enfatizou 4 eixos principais de propostas:

– Trabalhar a formação do comunicador na universidade, para garantir a produção mais consciente  (principalmente da publicidade) e permitir uma visão crítica para além do conhecimento gerado no mercado;

– Garantir cuidados para as crianças e adolescentes, repensando a publicidade que alcança o público infantil e promovendo o debate e visão crítica dos meios de comunicação no ensino médio e fundamental. Inclusive, o grupo acredita que a inserção da comunicação como um tema transversal no ensino possa garantir mudanças na sociedade e também estimular que cidadãos (e estudantes universitários de outros departamentos) se interessem pelas questões da comunicação;

– Repensar a legislação e criar mecanismos que aumente a multiplicidade de vozes nos meios de comunicação, proibindo o oligopólio e a renovação automática das concessões de tv.

– Promover a relação da comunicação com outros direitos humanos na universidade, tratando, por exemplo, de questões de gêneros e outras reproduções sociais que aparecem como “modelos de comportamento” na mídia.

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