You are currently browsing the monthly archive for setembro 2009.

As propostas apresentadas nos GDs da 1a Conferência Livre de Comunicação da UnB foram distribuídas nos 3 Eixos Temáticos definidos em Resolução da Comissão Organizadora da 1a Conferência Nacional de Comunicação.

Em plenária hoje, todos e todas participantes da mesa tentaram sistematizar as propostas apresentadas. Agora, temos que priorizar 18 propostas, que serão encaminhadas com emendas explicativas, junto com as demais de forma simplificada.

Para votar, marque os quadros abaixo, e diga quais das propostas abaixo você considera mais importantes a serem debatidas na 1a Confecom Distrital. Selecione 4 propostas do Eixo 1, 6 propostas do Eixo 2 e 8 propostas do Eixo 3.

Sua participação é fundamental para a 1a Conferência Livre de Comunicação da UnB!


Proposta 1 de Sistematização em Eixos da

1ª Conferência Livre de Comunicação da UnB

25 de setembro de 2009

Eixo I – Produção de Conteúdo:

  1. Criar núcleos de produção com sociedade civil e estudantes de diversos cursos nos meios universitários de todos os campi.
  2. Garantir que os campi tenham estruturas próprias de Comunicação.
  3. Incentivo a criação e manutenção de meios de Comunicação comunitários e independentes, com financiamento público, de forma a garantir autonomia editorial a esses meios.
  4. Criação de uma central pública universitária de produção de Comunicação.
  5. Ampliar a discussão sobre Direitos Autorais.
  6. Descriminilizar o uso da cópia de arquivos e programas para fins educativos.
  7. Garantir a implementação gradual do uso de softwares livres nas diversas esferas governamentais, incentivando a utilização e o aprimoramento de tecnologias livres, para obter economia, independência financeira e intelectual sobre os meios.
  8. Criar licença aberta de direitos autorais para rádios comunitárias, garantindo a parceria entre rádios comunitárias e artistas independentes.
  9. Criar dispositivos para garantir recursos às rádios comunitárias.
  10. Exigir e criar mecanismos de fiscalização para o uso do quadro de Libras, em tamanho e formas adequados, nas produções audiovisuais.
  11. Criar canais de televisão específicos para deficientes auditivos e surdos, nos moldes de canais públicos obrigatórios no espectro aberto.
  12. Garantir recursos públicos para a produção de publicações em formatos adequados à acessibilidade, incluindo a divulgação de campanhas públicas.

Eixo II – Meios de Distribuição:

  1. Garantir o espaço de TVs Universitárias no espectro aberto à comunidade.
  2. Disponibilização de parte do espectro para Rádios Universitárias.
  3. Garantir estrutura para que as Secretarias de Comunicação das universidades possam veicular seu conteúdo para a comunidade.
  4. Criação de um portal de transparência para acesso à informação institucional universitária.
  5. Buscar mais espaço para rádios comunitárias e universitárias nas possibilidades da rádio digital, garantindo múltiplas vozes.
  6. Promover discussão com a sociedade e garantir audiências públicas nos períodos de renovação das concessões de rádios e TVs.
  7. Instalação de postos de acesso à internet em lugares públicos e estratégicos: rodoviária, metrô, hospitais etc.
  8. Políticas públicas de incentivo à produção de softwares livres.
  9. Diminuição dos entraves às concessões públicas de rádio e TV.
  10. Revisão dos atuais marcos legais para a outorga e renovação de concessões de rádio e TVs.
  11. Mecanismos para ampliar o acesso aos meios de Comunicação.
  12. Formação de uma Política de Comunicação Distrital para as rádios comunitárias.
  13. Repensar a Lei de Radiodifusão comunitária.
  14. Garantir a implementação de um projeto federal que leve infraestrutura de Banda Larga a todo o país.
  15. Criação de redes públicas, gratuitas e de qualidade para conexão wi-fi.
  16. Ampliar o raio de transmissão das rádios comunitárias.
  17. Garantir o direito de antena a organizações sociais.
  18. Buscar mais espaços para veículos comunitários e universitários nas possibilidades dos meios digitais, garantindo múltiplas vozes nesses espaços.

Eixo III – Cidadania: Direitos e Deveres:

  1. Criar a figura do Ombudsman como meio de autocrítica para a Secretaria de Comunicação da Universidade.
  2. Oferecer disciplinas com espaços para estudantes de Comunicação na produção em emissoras universitárias.
  3. Garantia de espaço para o movimento estudantil dentro dos meios de comunicação institucionais universitários.
  4. Inserir no currículo de Comunicação Social disciplinas que analisem criticamente questões de gênero na mídia e impactos sociais.
  5. Inserir a disciplina Comunicação Comunitária no currículo dos cursos de Comunicação Social, garantindo o diálogo com a sociedade.
  6. Facilitar, a partir de mantado, o acesso judicial a informações pessoais, disponibilizadas na rede, de indivíduos que sejam acusados de crimes penais.
  7. Criação de um órgão nacional para levantamento efetivo dos crimes que ocorrem na internet.
  8. Promover a regulamentaçao do ensino a distância nos meios de Comunicação.
  9. Mecanismos para ampliar o acesso aos debates em relação à Comunicação.
  10. Regulamentaçao do Jabá, de modo a deixar explícito quando da veículacao de material pago, não identificado como publicitário, nos meios de Comunicação.
  11. Melhorar a formação do comunicador para garantir a diversidade racial, com semanas de celebração da identidade negra e cotas para a inserção de negros em cursos de Comunicação Social.
  12. Garantir que a educação superior, especificamente no campo da Comunicacão, aborde de forma equilibrada os temas relativos a movimentos sociais e diversidade étnica.
  13. Estimular a Comunicação como ferramenta pedagógica.
  14. Garantir a diversidade de crenças sem imposições religiosas.
  15. Garantir cotas e ações afirmativas na mídia, para estimular a diversidade étnica.
  16. Instituir no currículo obrigatório de Comunicação Social o ensino de Libras.
  17. Criação de uma politica pública de inclusão digital que englobe a montagem de telecentros com cursos gratuitos sobre a utilização de tecnologias digitais priorizando a internet.
  18. Inclusão no sistema de Ensino Básico as disciplinas de análise crítica dos meios de Comunicação e criação de oficinas de análise dos meios para a sociedade.
  19. Criar conselhos editorial e de gestão autônomos à reitoria, com ampla participação da sociedade civil, para regular conteúdos dos meios de Comunicação universitários.
  20. Garantir investimento público na infraestrutura para construção de meios publicos digitais de produção de Comunicação e redes públicas de informação, como telecentros e projetos de inclusão digital.

Entre os pontos levantados na conferência da UnB, estão a descentralização dos meios e maior participação social
João Campos – Da Secretaria de Comunicação da UnB

As propostas de alunos e professores da Universidade de Brasília para um modelo de informação mais democrático no Brasil estão prontas. As sugestões, resultado de dois dias de debate na 1ª Conferência Livre de Comunicação da UnB, vão passar por uma plenária, na manhã deste sábado, 26 de setembro. O encontro vai filtrar as propostas e selecionar as mais relevantes, no ponto de vista da comunidade acadêmica, para a Conferência Distrital, que ocorre em novembro. O objetivo é contribuir para a discussão nacional, que deve gerar um novo marco regulatório para a comunicação no país.

Cerca de 40 propostas foram apresentadas. Boa parte delas dizem respeito às reivindicações pela democratização do acesso à informação no país e por mais transparência no setor. Como, por exemplo, a ampliação do debate sobre os direitos autorais nas produções cultural e de conhecimento, a gestão participativa nas TVs comunitárias, o aumento no número de programas de capacitação via internet, maior debate sobre a renovação dos meios de comunicação, políticas públicas para a criação de softwares livres e o levantamento efetivo de crimes cometidos na internet.

O coordenador-geral do Diretório Central dos Estudantes (DCE), Raul Cardoso, enxerga uma linha comum entre as proposições, apesar da diversidade de temas. “Todas dizem respeito a um modelo com maior participação social, com a descentralização do poder e a retirada da produção das mãos de poucos empresários”, comentou. “Há muitas propostas boas, com temas pontuais e profundos. Mas esperamos chegar a um consenso para eleger as cinco prioritárias”, completou Raul.

BALANÇO – Na última mesa do dia, convidados e espectadores discutiram os desafios para que as propostas não fiquem só no papel. Para o professor da Faculdade de Comunicação (FAC) da UnB Fernando Paulino, a permanência da mobilização em torno do tema é fundamental. “A questão não é fácil. Manter movimentos como o que temos aqui e em todo o país e lutar pela realização periódica da Conferência Nacional vai manter aceso o debate”, afirmou.

O evento brasileiro que reunirá representantes do governo federal, empresários e demais comunicadores para elaborar uma nova proposta de regulação para aprovação no Congresso Nacional está previsto para a primeira semana de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, em Brasília.

Para os organizadores da Conferência Livre da UnB, o evento foi além das expectativas. “Todos os dias tivemos as cadeiras cheias, com a participação de professores, alunos e servidores. Não esperávamos a participação tão intensa da comunidade. Foi muito bom”, avaliou Raul Cardoso, do DCE, que promete manter a mobilização sobre tema na universidade.

SERVIÇO

1ª Conferência Livre de Comunicação da UnB. Plenária para debater as propostas, sábado, às 9h, na tenda da democratização (fim do ICC Norte).

Todos os textos e fotos podem ser utilizados e reproduzidos desde que a fonte seja citada. Textos: UnB Agência. Fotos: nome do fotógrafo/UnB Agência.

ComComTendaOs alunos da disciplina Comunicação Comunitária participam hoje pela manhã das atividades da Conferência Livre de Comunicação. As propostas elaboradas nos dias anteriores (24 e 25) serão discutidas na Plenária, principal atividade deste sábado.

São mais de 50 propostas prioritárias, além de propostas anexas que poderão também serem discutidas na Plenária.

As propostas de sistematização foram construídas em 3 eixos: I – Produção de conteúdo; II – Meios de distribuição; III – Cidadania: Direitos e deveres.

A plenária deve acontecer até por volta das 12h, e logo mais às 19h acontecerá a Festa de Encerramento na Tenda da Democratização (final da Ala Norte do Minhocão), quando estarão encerradas as atividades da Conferência Livre de Comunicação da UnB.

  • Tema central: A inclusao digital :proposta da educacao popular tecnologica.

Os pressupostos: O motivo central do tema, surgiu da necessidade de incluir efetivamente os cidadaos ao mundo digital preterivelmente – uma vez que representa hoje, o meio irreversivelmente mais usado e cobrado alem de educacao e formacao tecologico – usando de formas comunitarias que incluam os marginais digitais devido a motivos economicos ou e culturais no Brasil.

Essa educacao sugerida, trata-se de ensinar ao povo alem dos usos de entretenimento e da capacitacao da mao de obra – cursos tecnologicos, simples e rapidos – mas como forma de incluir e educar a longo prazo, facilitando assim, um futuro acesso constante as tecnologias,enquanto garante o acesso popular.

AS Propostas: Educacao popular tecnologica

1- Capacitacao e metodologia propria – e adequada as realidades das comunidades brasileiras – para a para a educacao popular tecologica.

2- empatizando com as diferentes realidades dos povos do Brasil,sendo a forma mais eficaz de aprendizado;

3-Promover oficinas tutoriais para acoes cidadas de reinvidicacao e participacao ativa nas comunidades e na sociedade;

4- Incentivo das acoes governamentais induzindo as coorporativas empresariais a promoverem cursos tecnicos populares e contextuais;

5- Criacao de redes em espacos comunitarios de acesso digital;

6- Ampliacao do ensino a distancia publico e de qualidade,ligado as universidades publicas brasileiras e a regulamentacao do ensino a distancia privado.